Estive pensando ultimamente em algo muito sério acerca da vida humana em sociedade. Vivemos em um meio que não nos permite ser feliz! Sim, pode parecer uma grande besteira, mas imagine que milhares de pessoas em todo o planeta terra trabalham no que não gostam, são torturadas diariamente por outras pessoas, pelo conjunto em si.
Esse sistema em que vivemos -não vou dar culpa para o tal do capitalismo, nem para nada que termina em -ISMO ou outra coisa do tipo- elabora um mecanismos de redes que nos prendem na consciência moral e ética do nossos interior. ''Nos preocupamos mais e agradar outras pessoas do que a nós mesmo'', trabalhamos no que não gostamos por que nos preocupamos em manter uma vida no ''parâmetro'' social. Nos vestimos para os outros, comemos o que os outros comem, acumulamos por que os outros acumulam, nos torturamos por que os outros também se torturam... E essa massa de ideias são transmitidas de geração para geração.
Já parou para pensar que tentamos repelir todos que os padrões não nos agradam? Não tentamos conviver com a diferença da pessoa, repelimos e ainda julgamos. Isso é propriamente implantado no nosso subconsciente moral que se responsabiliza por julgar o que lhe convém, o que não me convém é afastado e extremamente julgado por nossa visão ética, que tenta ''socializar'' o pensamento de repulsa.
Diante disso, comecei a focar nas minhas atitudes e percebi que a felicidade é uma questão própria e única. Somos nós que decidimos se seremos felizes ou não. Talvez não seja tão fácil mudar de opinião, assim, tão repentinamente, mas é você e seu consciente que fazem sentir a infelicidade, angústia e medos. SOMOS NÓS QUE CRIAMOS NOSSOS MEDOS E ARREPENDIMENTOS. A sociedade que nos impõem o padrão, mas somos nós que seguimos...Esse é o ''X'' da questão, ''somente nós temos controle de nós mesmos''.
Comece a praticar o exercício diário da ''autorreflexão'', e tente perceber que se você acorda de manhã e logo diz- EU SOU FELIZ, POSSO SER FELIZ, TUDO DEPENDE DE MIM, a felicidade não será algo distante da sua realidade.
Esse sistema em que vivemos -não vou dar culpa para o tal do capitalismo, nem para nada que termina em -ISMO ou outra coisa do tipo- elabora um mecanismos de redes que nos prendem na consciência moral e ética do nossos interior. ''Nos preocupamos mais e agradar outras pessoas do que a nós mesmo'', trabalhamos no que não gostamos por que nos preocupamos em manter uma vida no ''parâmetro'' social. Nos vestimos para os outros, comemos o que os outros comem, acumulamos por que os outros acumulam, nos torturamos por que os outros também se torturam... E essa massa de ideias são transmitidas de geração para geração.
Já parou para pensar que tentamos repelir todos que os padrões não nos agradam? Não tentamos conviver com a diferença da pessoa, repelimos e ainda julgamos. Isso é propriamente implantado no nosso subconsciente moral que se responsabiliza por julgar o que lhe convém, o que não me convém é afastado e extremamente julgado por nossa visão ética, que tenta ''socializar'' o pensamento de repulsa.
Diante disso, comecei a focar nas minhas atitudes e percebi que a felicidade é uma questão própria e única. Somos nós que decidimos se seremos felizes ou não. Talvez não seja tão fácil mudar de opinião, assim, tão repentinamente, mas é você e seu consciente que fazem sentir a infelicidade, angústia e medos. SOMOS NÓS QUE CRIAMOS NOSSOS MEDOS E ARREPENDIMENTOS. A sociedade que nos impõem o padrão, mas somos nós que seguimos...Esse é o ''X'' da questão, ''somente nós temos controle de nós mesmos''.
Comece a praticar o exercício diário da ''autorreflexão'', e tente perceber que se você acorda de manhã e logo diz- EU SOU FELIZ, POSSO SER FELIZ, TUDO DEPENDE DE MIM, a felicidade não será algo distante da sua realidade.

